O início no agronegócio
A porta de entrada foi uma distribuição do setor, ainda no começo da carreira.
Crédito · Gestão de risco · Agronegócio
Mais de 25 anos construindo decisões, estratégias e relações no agronegócio brasileiro.
Tudo começou numa distribuição do setor — e o campo virou sala de aula.
O fio condutor
Sou formada em Ciências Contábeis, com especialização em Economia Agroindustrial. Mas foi na prática, ao longo de mais de vinte e cinco anos, que a expertise se construiu de verdade.
No caminho, encontrei minha verdadeira paixão: a gestão de risco. Sempre atuei na interface entre o risco e a área comercial — e é ali, nessa fronteira, que os negócios do agronegócio realmente acontecem.
A trajetória
A porta de entrada foi uma distribuição do setor, ainda no começo da carreira.
Participação na construção de ferramentas e modelos de crédito que se tornaram cases de sucesso — e que moldam decisões até hoje.
Atuação nacional e regional, sempre no encontro entre risco, crédito e cobrança.
Gestão estratégica de carteiras de crédito, direcionando times e garantindo sinergia entre as áreas de risco, crédito e cobrança.
Cada aprendizado destes vinte e cinco anos como combustível para seguir.
A paixão profissional
Nem todo risco precisa impedir um negócio. O trabalho é saber qual risco se estrutura — e como.
Componho comitês. Apresento propostas de crédito. Estruturo garantias. E, acima de tudo, defendo meus clientes para que os negócios se viabilizem — sem perder de vista a solidez que toda operação precisa ter.
Não parei na operação. Assumi a gestão estratégica de carteiras, direcionando times e garantindo que risco, crédito e cobrança trabalhassem na mesma direção.
Crédito e decisão
A convicção
Gerir risco nunca foi só proteger a empresa. É viabilizar sonhos e negócios com segurança.
Noéli Castrillon
A trajetória em números
Experiência
Empresas multinacionais de grande porte, com atuação nacional e regional em análise de risco, crédito, cobrança e gestão de carteiras.
Mas nem tudo é número.
Pessoas e liderança
Liderei por influência antes de liderar por posição — e aprendi que são coisas diferentes. A posição dá o direito de decidir; a influência é o que faz a decisão ser seguida.
Times que funcionam não nascem de organograma. Nascem de relação, de direção clara e da sinergia entre áreas que, no papel, competem entre si.
Boas relações constroem boas entregas. Essa é a parte que nenhum indicador consegue medir — e é a que fica.
Hoje
Carregando cada aprendizado destes mais de vinte e cinco anos como combustível para seguir.
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